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O volume de processos cresceu 143% desde 2022. Entenda o que as ações podem significar para campanhas, plataformas e a segurança institucional. ⚖️📊

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📊 A corrida presidencial de 2026 chegou ao TSE com um recorde: 1.476 processos envolvendo os finalistas e suas coligações — alta de 143% ante 2022. O efeito vai além da política: segurança jurídica é um ativo valioso para toda a economia. 🧵

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Desse total, 25 são Aijes, ações que investigam possível abuso de poder ou uso indevido dos meios de comunicação. Se comprovadas irregularidades, elas podem levar à cassação de uma chapa mesmo depois da eleição.

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Os questionamentos incluem suposta rede de desinformação em favor de Lula e alegações de favorecimento a Flávio Bolsonaro por plataformas. A apuração judicial é justamente o caminho institucional para separar acusação, prova e decisão.

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O embate é intenso: a campanha de Flávio Bolsonaro e o PL apresentaram 624 processos; Lula e aliados, 473. Lula é alvo de 430 ações, e Flávio, de 378. Em 51% dos casos, há confronto direto entre as campanhas.

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Para o ambiente econômico, regras claras importam: eleições confiáveis reduzem incertezas, ajudam famílias e empresas a planejarem o futuro e reforçam a confiança em contratos, investimentos e políticas públicas.

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Nem toda ação será julgada durante a campanha: o TSE prioriza urgências, como propaganda. Mas as Aijes seguem nos meses posteriores. O precedente existe: em 2023, uma AIJE resultou na inelegibilidade de Jair Bolsonaro.

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O número recorde mostra uma democracia mais litigiosa — e também instituições chamadas a dar respostas técnicas. Transparência, devido processo legal e responsabilização proporcional são a melhor proteção contra a desinformação e a incerteza.

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