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Resumo em 10 segundos

Calor extremo fez a rede estadual do RJ registrar 1.597 atendimentos; na capital houve ~28% de aumento — entenda causas, riscos e como se proteger ☀️🩺

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Calor extremo: a rede estadual do RJ registrou 1.597 atendimentos relacionados ao calor em 2025 ☀️🧵 Na capital, os atendimentos subiram cerca de 28%. Nas próximas mensagens eu explico quem foi mais afetado, por que isso acontece e como nos proteger.

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O que esses números significam? São atendimentos por desidratação, insolação, exaustão térmica e agravamento de doenças crônicas. A onda de calor que atingiu Sudeste e Centro‑Oeste pressionou hospitais, ambulatórios e serviços de emergência.

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Quem é mais vulnerável? Idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas, trabalhadores ao ar livre e população em situação de rua. Vou explicar de forma simples: fadiga térmica e medicação podem reduzir a capacidade do corpo de regular a temperatura.

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Como o sistema de saúde respondeu: a SES‑RJ registrou e orientou unidades. Mesmo assim, um aumento de ~28% na capital expõe limites da rede — filas e maior demanda por atendimento agudo mostram a necessidade de planos locais de resposta ao calor.

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Medidas práticas para o dia a dia: beber água regularmente; evitar exposição entre 10h e 16h; usar roupas leves e claras; buscar locais ventilados; nunca deixar crianças ou idosos em carros; e ficar atento a sinais como confusão, pele quente e vômitos.

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Medidas coletivas que funcionam: centros de refrigeração em áreas vulneráveis, mais arborização urbana, alertas meteorológicos integrados à saúde e fiscalização de direitos trabalhistas (pausas, água e sombra para quem trabalha ao ar livre) — proteção e justiça social caminham juntas.

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Reflexão final: 1.597 atendimentos e +28% na capital não são só estatística — são vidas e serviços sob pressão. Ondas de calor tendem a aumentar com a mudança climática; por isso precisamos de planejamento urbano, políticas públicas e acesso universal à saúde para reduzir danos.

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