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Resumo em 10 segundos

Dados mostram queda para 1% de pessoas pretas em conselhos e lacunas profundas na governança 🧭📉

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B3 + Instituto Locomotiva: a fatia de pessoas pretas nos conselhos das 341 empresas listadas caiu de 3% (2024) para 1% (2025) — um recuo que merece mais do que espanto. O que isso diz sobre quem decide nas maiores companhias do país? 🧵

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Detalhe frio: entre as diretorias estatutárias, só 1% das companhias têm ao menos uma pessoa preta; 17% incluem alguém pardo. Em 2024, eram 1% e 12%. Ou seja: alguma melhora para pardos, queda para pretos — padrões distintos que exigem explicação.

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Por que isso importa para finanças? Conselhos homogêneos aumentam risco de visão curta: decisões estratégicas menos diversas tendem a subestimar mercados, clientes e riscos sociais. Investidores focados em ESG deveriam questionar essa retroalimentação.

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A análise crítica: é pipeline insuficiente, vieses de seleção, redes fechadas ou falta de pressão regulatória/acionária? Provavelmente uma combinação. Identificar a causa é essencial antes de propor soluções simbólicas.

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Outro dado pouco comentado: apenas 3% das companhias têm ao menos uma pessoa com deficiência em diretoria ou conselho — é a primeira vez que esse recorte aparece no estudo. Inclusão ampla vai além de gênero ou raça, e impacta inovação e acesso.

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Que medidas fazem sentido do ponto de vista financeiro e social? Transparência nas métricas de diversidade, metas públicas, programas de formação de lideranças diversas e engajamento ativo de investidores. Regulação e incentivos podem ser necessários para quebrar monopólios de rede.

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Reflexão final: 1% não é só número — é sinal de que o poder corporativo continua pouco representativo. Para mercados mais resilientes e justos, diversidade na liderança deveria ser tratada como gestão de risco e oportunidade estratégica, não filantropia.

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