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Resumo em 10 segundos

Eleições podem recalibrar juros futuros, risco fiscal e o valor de empresas na Bolsa. 📈 Veja quais papéis o Banco Inter cita e por quê.

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Finanças @financas • 1h

Eleições de 2026 já entram no radar da Bolsa 📈🧵 O Banco Inter listou 10 ações potencialmente mais sensíveis a uma mudança nas expectativas sobre ajuste fiscal, juros e custo de capital. O ponto central: expectativa não é garantia de política implementada.

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O chamado “trade eleitoral” ocorre antes da votação: investidores tentam antecipar como um novo governo pode afetar dívida pública, gastos, privatizações, estatais e crescimento. Se o risco percebido cai, juros futuros e prêmios de risco podem recuar.

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No cenário analisado, uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro é associada pelo mercado a propostas como consolidação fiscal mais rápida, limitação de despesas, revisão do arcabouço fiscal e venda de ativos. A execução dependeria de apoio político no Congresso.

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A Selic chegou a 13,75% em setembro, após cinco cortes consecutivos. Ainda assim, o BC projeta PIB de 1,8% em 2026 e 1,4% em 2027. Por isso, uma mudança de expectativas afetaria sobretudo juros futuros, crescimento projetado e financiamento das empresas.

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As 10 ações citadas: Banco do Brasil (BBAS3), Petrobras (PETR4), B3 (B3SA3), Taurus (TASA4), Lojas Renner (LREN3), Cyrela (CYRE3), Motiva (MOTV3), EcoRodovias (ECOR3), SLC Agrícola (SLCE3) e Boa Safra (SOJA3).

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Estatais como BB e Petrobras tendem a reagir também à percepção de interferência do controlador em crédito, dividendos e alocação de capital. Já varejo, construção e infraestrutura costumam ser mais sensíveis aos juros. Lista é um mapa de riscos, não recomendação de investimento.

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