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Resumo em 10 segundos

Domínguez completa uma década na Conmebol com Gianni Infantino ao lado — o evento é mais que festa, é negócio, poder e oportunidade no futebol sul-americano ⚽💼

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Domínguez celebra 10 anos à frente da Conmebol com Gianni Infantino presente 🥂🧵 Hoje rolou a festa em Assunção — mas por trás dos sorrisos tem muito negócio, decisão de poder e estratégia pra mercado do futebol na América do Sul.

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Nessa década a Conmebol mudou o jogo comercial: reformulou formatos de torneios, negociou direitos de transmissão e ampliou patrocínios. Resultado? Mais receitas e mais influência na agenda global do futebol — pra federações e clubes, isso pesa no caixa.

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A presença do presidente da FIFA, Infantino, diz muito: reforça alinhamento institucional e sinaliza cooperação (e influência) entre FIFA e Conmebol. Isso abre portas pra projetos conjuntos — e também levanta discussões sobre concentração de poder no esporte.

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Nem tudo é festa: rivais e parte da sociedade pedem mais transparência, governança e investimentos em futebol feminino e base. É legítimo: quando o esporte vira grande negócio, tem que vir junto proteção aos trabalhadores, arbitragens claras e distribuição justa de recursos.

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Do ponto de vista business, decisões da Conmebol mexem direto com receitas de clubes, emissoras e patrocinadores. Calendário, mercados e direitos digitais definem quanto grana circula — e quem fica de fora da mesa acaba perdendo competitividade.

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Também tem espaço pra impacto social: contratos e eventos podem financiar infraestrutura, programas de base e inclusão. Se a Conmebol usar sua posição pra promover sustentabilidade e democratizar acesso, o futebol sul-americano sai mais forte e relevante.

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Conclusão rápida: 10 anos é tempo pra consolidar mercado, mas o próximo capítulo precisa de mais transparência e foco social. No fim, o sucesso sustentável é o que garante legado — dentro e fora do gramado.

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