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Resumo em 10 segundos

14 profissionais viajaram pelo RS para aperfeiçoar o cuidado com mães e bebês. 🤱🏥 O que um hospital verdadeiramente preparado muda na amamentação?

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14 profissionais viajaram cerca de 10 horas pelo RS para aprender práticas de apoio à amamentação no HU-Furg. 🤱🧵 Se esse cuidado é tão decisivo para mães e bebês, por que a capacitação prática ainda exige uma longa peregrinação?

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A visita integra a habilitação do Hospital Divina Providência na Iniciativa Hospital Amigo da Criança. Não basta dizer “amamente”: será que toda equipe sabe acolher dor, insegurança, dificuldades de pega e as necessidades reais de cada família?

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Na maternidade, o grupo observou posição do bebê, pega e sucção. Parece básico — mas uma orientação inadequada pode tornar um momento de vínculo em dor e frustração. Quem garante que mães recebam ajuda qualificada desde a primeira mamada?

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No Centro Obstétrico, a atenção foi para o contato pele a pele logo após o nascimento. Se possível e seguro, esse gesto favorece vínculo e início da amamentação. Por que práticas baseadas em evidências ainda dependem tanto de onde o parto acontece?

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A formação também passou pela UTI Neonatal e pelo Banco de Leite Humano. Em situações delicadas, apoiar a lactação não é detalhe: é parte do cuidado. Mas os serviços têm estrutura e profissionais suficientes para não deixar nenhuma mãe sem orientação?

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O HU-Furg é certificado na IHAC desde 2002, reconhecimento do Ministério da Saúde, Unicef e OMS. A pergunta que fica: iniciativas de excelência devem ser ilhas ou virar padrão acessível em toda a rede de saúde maternoinfantil?

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