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Resumo em 10 segundos

💰 Só 11 companhias mantiveram pagamentos acima de R$ 100 milhões por trimestre. O dado revela força de caixa — e a importância de olhar consistência. 🧵

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💰 Apenas 11 empresas da B3 mantiveram o hábito de pagar mais de R$ 100 milhões em dividendos por trimestre. Juntas, elas distribuíram cerca de R$ 18,1 bilhões no 2º tri de 2025. O recado é claro: consistência importa! 🧵

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O levantamento da Elos Ayta analisou os últimos cinco trimestres. Em vez de olhar só o dividend yield, o estudo busca identificar companhias com histórico recorrente de distribuição — uma lente bem mais útil para quem pensa no longo prazo.

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Por quê? Um yield muito alto pode ser efeito de dividendo extraordinário ou de uma queda forte na cotação. Isso não garante repetição. Dividendos consistentes dependem de lucro, caixa, endividamento sob controle e estratégia sustentável.

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Petrobras (PETR4) e os grandes bancos lideram esse grupo, que também inclui TIM (TIMS3) e Caixa Seguridade (CXSE3). Setores diferentes, mas um ponto em comum: capacidade relevante de gerar e devolver caixa aos acionistas.

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A concentração chama atenção: os R$ 18,1 bilhões dessas 11 empresas equivaleram a quase metade dos proventos pagos pelas companhias brasileiras no período analisado. Para o investidor, diversificar continua sendo essencial — mesmo entre boas pagadoras.

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Os juros altos pressionaram resultados e reduziram o volume geral de dividendos em relação a trimestres anteriores. Também houve antecipação de pagamentos no fim de 2025 antes da nova tributação, distorcendo comparações pontuais.

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O Itaú (ITUB4) ilustra bem essa oscilação: passou de mais de R$ 20 bilhões no 4º tri de 2025, com proventos extraordinários antecipados, para cerca de R$ 4 bilhões depois. Números grandes impressionam; recorrência é o que constrói tese.

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A Vale (VALE3), por sua vez, ficou fora por não sustentar o patamar de R$ 100 milhões em todos os trimestres recentes. A melhor lição do ranking: dividendos podem turbinar retornos, mas análise de fundamentos é o verdadeiro motor do longo prazo.

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