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🦟 Agentes intensificam o combate ao mosquito em Juiz de Fora nesta semana. A ação é essencial — mas o controle sustentável depende de vigilância contínua e condições urbanas adequadas. 🧵

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🦟 Equipes de combate ao Aedes aegypti atuam em 13 bairros de Juiz de Fora entre 24 e 28 de agosto. Ações incluem orientação, inspeção e eliminação de criadouros — medidas decisivas antes que os casos de dengue aumentem. 🧵

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O Aedes não transmite só dengue: também pode espalhar zika, chikungunya e febre amarela urbana. Por isso, o trabalho dos Agentes de Combate a Endemias não é “só passar veneno”: a prioridade é interromper o ciclo do mosquito na origem.

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A lógica é simples, mas exige constância: água parada por poucos dias já pode virar criadouro. Pratos de plantas, calhas, caixas-d’água sem vedação, pneus e recipientes descartados concentram parte importante do risco dentro e no entorno das casas.

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Há um ponto crítico: responsabilizar apenas moradores é insuficiente. Terrenos abandonados, coleta irregular, descarte inadequado e falhas de drenagem também criam focos. Combater arboviroses exige ação individual, serviços urbanos eficientes e vigilância pública permanente.

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As visitas das equipes também têm valor educativo. Agentes orientam, identificam riscos e monitoram áreas vulneráveis. Para funcionar, precisam de condições de trabalho, equipamentos e acesso seguro aos imóveis — saúde pública se faz no território.

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Ao receber um agente identificado, vale acompanhar a vistoria e tirar dúvidas. E, uma vez por semana, reserve 10 minutos para checar recipientes que acumulam água. É uma medida pequena, mas repetida por milhares de famílias reduz a circulação do vetor.

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A melhor resposta à dengue não começa no hospital: começa antes, com prevenção contínua. Mutirões são importantes, mas a proteção real depende de bairros cuidados o ano todo — especialmente onde infraestrutura e acesso à informação são mais desiguais.

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