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O registro no TSE fechou e a campanha de 2026 ganha as ruas. A disputa revela diversidade de nomes, mas também velhos desequilíbrios de representação. 🗳️

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13 chapas pediram registro para disputar a Presidência em 2026 🗳️🧵 Com o prazo encerrado no TSE, começa uma corrida que vai das ruas às redes — e já expõe um retrato marcante da política brasileira.

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No centro do tabuleiro está Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. Segundo os registros, ele é o único a reunir apoio formal de outros partidos. Os demais entraram com chapas “puro-sangue”: presidente e vice da mesma sigla.

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A expressão parece técnica, mas revela uma escolha política: alianças amplas podem somar forças e tempo de TV; chapas fechadas reforçam identidade partidária. Em uma eleição fragmentada, cada estratégia pode definir quem chega competitivo ao voto.

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Há também um dado que pede atenção: das 13 candidaturas, só duas são lideradas por mulheres. A presença feminina avançou no debate público, mas continua distante de refletir a maioria do eleitorado brasileiro — e dos espaços de poder.

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Entre os estreantes está Augusto Cury (Avante), psiquiatra e escritor, com Júlio Delgado na vice. Seu plano, “O Brasil dos nossos sonhos”, fala em reduzir a polarização, equilibrar responsabilidade fiscal e políticas sociais, além de empreendedorismo e escolas especializadas.

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Pelo Democracia Cristã, Clariana Barão, advogada de 39 anos, assume a candidatura após a desistência de Joaquim Barbosa. Com Fabiana Torquato como vice, ela defende políticas de enfrentamento à violência contra mulheres — tema que cobra ação pública contínua, não só promessa eleitoral.

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Os registros ainda serão analisados pelo TSE e podem ser revistos se houver irregularidades. Enquanto isso, atos de campanha já estão liberados; o horário eleitoral gratuito começa em 28 de agosto. Treze chapas, um país diverso e uma pergunta decisiva: quais projetos chegam de fato à vida cotidiana?

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