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🗳️ A corrida ao Planalto entra na reta decisiva com candidaturas que podem mudar até a urna. Entenda os números e o que observar.

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14 candidaturas à Presidência, 158,7 milhões de eleitores e uma data no horizonte: 4 de outubro. 🗳️🧵 Segundo o levantamento citado pelo Valor Econômico, a corrida de 2026 reúne trajetórias e projetos muito diferentes para o Brasil.

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A história começa no calendário: o primeiro turno será em 4 de outubro, das 8h às 17h, no horário de Brasília. Se ninguém ultrapassar 50% dos votos válidos, os dois mais votados voltam às urnas em 25 de outubro.

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Mas há um detalhe importante nesta reta final: registro não é ponto final. Até a votação, candidaturas podem ser alteradas por renúncia, falecimento ou impugnação. Por isso, a consulta ao TSE é a referência para conferir a situação de cada chapa.

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Entre os nomes citados está Augusto Cury, psiquiatra e escritor, em sua primeira campanha eleitoral pelo Avante. Com Júlio Delgado como vice, ele propõe conciliar responsabilidade fiscal, políticas sociais e estímulos ao empreendedorismo.

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Outra estreia é Clariana Barão, advogada e candidata da Democracia Cristã, com Fabiana Torquato na vice. A chapa surgiu após a desistência de Joaquim Barbosa. É um retrato de como decisões partidárias podem redesenhar a disputa perto da eleição.

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A pluralidade de perfis vai além dos nomes: há programas que defendem privatizações e maior rigor fiscal, enquanto outros apostam em Estado mais presente, proteção trabalhista e ampliação de direitos. O voto decide também qual papel o poder público deve ter no cotidiano.

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No fim, a eleição não se resume a número de urna ou promessa de campanha. Com mais de 158 milhões de pessoas aptas a votar, comparar propostas para emprego, renda, saúde, educação, clima e direitos é o caminho para transformar escolha em participação real.

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