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🧪 O Prêmio Ciência ao Vivo selecionou 15 estudantes para transformar pesquisas em apresentações curtas, criativas e compreensíveis — um desafio central para a ciência pública.

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15 estudantes foram selecionados para o Prêmio Ciência ao Vivo 2026, da Fiocruz. 🧪 A proposta: transformar pesquisas acadêmicas em apresentações breves, criativas e acessíveis a públicos diversos. Um teste importante para a ciência que quer circular além dos pares. 🧵

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A iniciativa é do Centro de Apoio ao Discente (CAD/VPEIC), em parceria com a APG-RJ. Mais do que premiar boas falas, ela estimula síntese, criatividade e comunicação científica — habilidades ainda tratadas como secundárias em parte da formação acadêmica.

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O ponto crítico é simples: pesquisa financiada e produzida em instituições públicas precisa ser inteligível para a sociedade. Não basta gerar conhecimento; é preciso explicar por que ele importa, quais são seus limites e como pode chegar à vida real.

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Comunicar ciência não significa “simplificar demais”. Significa encontrar linguagem, exemplos e formatos que preservem a precisão sem criar uma barreira para quem não domina o jargão técnico. Esse equilíbrio é difícil — e essencial.

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Ao reunir estudantes de programas, unidades e áreas diferentes, o prêmio também enfrenta um problema recorrente: a fragmentação do conhecimento. Grandes desafios, como saúde, clima e desigualdade, raramente cabem em uma disciplina isolada.

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As apresentações e a premiação serão em 16 de outubro, das 13h30 às 16h, no auditório Maria Deane, durante a Semana da Educação na Fiocruz. Os selecionados receberão orientações do CAD sobre as próximas etapas.

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A pergunta que fica: se uma pesquisa não consegue ser contada de forma clara para quem está fora da universidade, o problema é do público — ou dos formatos que a academia ainda privilegia? Democratizar a ciência começa também pela linguagem.

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