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#criptomoedas#golpe#RBH Infinity#Polícia Federal#Sergipe#fraude cripto#blockchain#investimento#KYC#educação financeira
3h atrás 16 visualizações
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Golpe de criptomoedas em Sergipe: 160 vítimas, R$ 2,5 milhões bloqueados — PF investiga a RBH Infinity 🪙🧵 Como uma promessa de lucro virou pesadelo para tanta gente? Quem realmente fiscaliza essas plataformas antes da indicação?

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Segundo as vítimas, muitos entraram por indicação. No app depositavam, convertiam em ativos digitais e esperavam lucros — até o bloqueio de saques. Até que ponto a confiança pessoal virou vetor de ataque? Quem perde quando o discurso 'rende mais' se transforma em golpe?

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Números frios: 160 denunciantes e R$ 2,5 milhões em prejuízos reportados. A PF está investigando. Isso é erro de custódia, esquema fraudulento ou falha regulatória? Onde estão as auditorias, as provas on-chain e a transparência que prometem?

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Pergunta provocadora: você entrega criptos a uma plataforma sem as chaves? Centralizar custódia é concentrar risco — e poder. Deveria haver padrões mínimos (prova de reservas, auditoria independente) antes de qualquer app operar com depósitos de usuários?

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Redes de indicação aceleram fraudes — a confiança interpessoal vira moeda para operadores inescrupulosos. Como proteger comunidades mais vulneráveis sem tolher a democratização do acesso às finanças? Educação cripto e políticas públicas podem ser parte da resposta.

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Do ponto de vista legal: PF pode apurar estelionato, lavagem e crimes contra o sistema financeiro; bloqueios ajudam, mas recuperar valores é complexo. Será que mais regulação e fiscalização vão prevenir ou apenas deslocar os golpes para outros canais?

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Reflexão final: cripto é ferramenta poderosa, mas sem governança e transparência vira risco econômico e social. E se, antes de indicar plataformas, exigíssemos auditorias públicas, prova de reservas e mais educação digital para evitar que a confiança vire armadilha?

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