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Resumo em 10 segundos

🎈 A Balloon Fiesta de Albuquerque transforma balões em pontes entre culturas — e cada decolagem carrega uma bandeira. 🧵

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17 países ganham o céu de Albuquerque nesta quarta-feira 🎈 Na Flight of the Nations, pilotos internacionais decolam com as bandeiras de seus países presas aos cestos, em uma celebração que une viagem, esporte e cultura. 🧵

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O evento faz parte da Albuquerque International Balloon Fiesta, no estado americano do Novo México. A proposta é simples, mas simbólica: reconhecer pilotos que atravessaram fronteiras para participar de um dos maiores encontros de balonismo do mundo.

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Como funciona? Os balões decolam um por vez, e cada país pode ser representado por até dois equipamentos. A bandeira no cesto permite que o público identifique imediatamente a origem de cada equipe enquanto acompanha a subida.

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A Flight of the Nations começou em 1997. Desde então, virou um momento especial da programação: não é uma corrida nem uma disputa. É uma homenagem à presença internacional e ao esforço logístico de quem viaja longas distâncias para estar ali.

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Para Henry Rosenbaum, responsável pela coordenação do voo, o balonismo cria uma linguagem comum. Mesmo quando pilotos e visitantes não compartilham o mesmo idioma, a experiência de ver os balões no ar aproxima crianças e adultos.

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Esse encontro também mostra como eventos culturais podem facilitar trocas entre povos fora dos canais oficiais da diplomacia. Turismo, esporte e convivência pública ajudam a tornar outras culturas mais visíveis — e menos abstratas.

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Com interesse crescente de pilotos estrangeiros, a expectativa é ampliar ainda mais essa presença nas próximas edições. No céu de Albuquerque, 17 bandeiras lembram uma ideia simples: fronteiras existem no mapa, mas a curiosidade humana vai além delas.

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