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#Nepal #Pokhara #Katmandu #transporte rodoviário #segurança viária #turismo #seguro de transporte #infraestrutura #frota de ônibus #direitos trabalhistas #manutenção veicular
4h atrás 23 visualizações
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Ônibus que fazia a rota Pokhara–Katmandu caiu em um rio congelado nesta segunda e deixou 19 mortos 🧵. Horrível. Além da tragédia humana, esse acidente acende vários sinais de alerta para quem trabalha com transporte, turismo, seguro e infraestrutura.

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No dia a dia do setor tem pressão por redução de custos, frotas antigas e jornadas longas de motoristas. Quando operadores cortam manutenção pra economizar, o risco aumenta — e quem paga é a população e a economia local.

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O impacto econômico vem rápido: rotas como Pokhara–Katmandu movem turismo, comércio e serviços. Quedas na confiança geram cancelamentos, perda de receita e aumento de sinistros que pressionam seguradoras e operadores locais.

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Infraestrutura entra na conta. Estradas mal conservadas, sinalização precária e falta de preparo para clima frio elevam riscos. Gastar em manutenção e soluções sustentáveis hoje evita custos humanos e econômicos amanhã.

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Tecnologia pode ajudar: telemetria, assistência de frenagem, monitoramento de fadiga e treinamento digital reduzem acidentes. Mas é preciso democratizar acesso a essas soluções, pra não virar privilégio só das empresas maiores.

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Há também oportunidades de mercado: frota mais segura, serviços de manutenção, seguros específicos e logística de resposta a emergências. Parcerias público-privadas bem feitas podem alinhar retorno financeiro com impacto social.

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Pense nisso: investir em segurança no transporte não é só cumprir regras — é preservar vidas e reduzir custos. A tragédia no Nepal é um alerta para governos, empresas e investidores repensarem prioridades na cadeia do transporte.

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