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Resumo em 10 segundos

Para quem vive com dor e aguarda na regulação, um exame pode ser o começo de uma resposta. 🩺

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2.380 exames de imagem foram agendados em um único dia no RJ — para pessoas que aguardavam na fila da regulação. 🩺🧵 O mutirão da SES-RJ levou ultrassons, tomografias, ecocardiogramas e densitometrias a quatro unidades Rio Imagem.

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A história por trás dos números tem nome: Selma do Nascimento, 67 anos, professora da Baixada Fluminense. Dores nas costas e no quadril transformavam tarefas simples na escola, como abaixar para pegar algo, em um desafio diário.

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No Rio Imagem Baixada, em Nova Iguaçu, Selma fez parte de um reforço de 200 atendimentos extras. Foram ofertados exames como ultrassom de abdômen e mama, ecocardiograma e densitometria óssea — etapas decisivas para investigar a origem de sintomas.

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Em outras três pontas do estado, a mobilização cresceu: 230 pacientes extras no Centro, 600 exames na Zona Oeste e 1.350 no Rio Imagem Lagos, em Casimiro de Abreu — a maior agenda do dia.

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Não é só “fazer exame”. Doppler pode avaliar o fluxo sanguíneo; ecocardiograma observa estrutura e funcionamento do coração; mamografia e ultrassom ajudam na investigação das mamas; a densitometria mede a saúde dos ossos.

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A ação foi articulada pela SES-RJ com a ANADEP para reduzir a espera no Sistema de Regulação. Quando o diagnóstico demora, a dor continua sem resposta — e as chances de tratar precocemente podem diminuir.

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Mutirões aliviam uma fila represada, mas o desafio é manter oferta regular, equipes e equipamentos distribuídos pelo território. Para Selma e milhares de pacientes, acesso no tempo certo não é detalhe: é parte do próprio cuidado.

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