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Encontro celebra duas décadas da lei e discute acolhimento, medidas protetivas, saúde mental e autonomia financeira 🧵💬

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Rio das Ostras marca 20 anos da Lei Maria da Penha com encontro que juntou a rede de proteção e ampliou debate sobre acolhimento, medidas protetivas, saúde e autonomia financeira 🧵

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Por que isso é assunto de saúde? Violência doméstica deixa marcas físicas e psicológicas: lesões, gravidez indesejada, ansiedade, depressão e agravamento de doenças crônicas. O setor saúde é muitas vezes o primeiro ponto de contato.

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O encontro reuniu serviços de saúde, assistência social e segurança — um exemplo de atuação multidisciplinar. Explico: acolhimento + avaliação clínica + encaminhamento social = maior chance de proteção efetiva.

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Medidas protetivas também vinculam-se ao cuidado: quando implantadas com acompanhamento de saúde (seguimento, psicologia, assistência social), reduzem riscos e ajudam na recuperação integral da vítima.

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Autonomia financeira aparece como determinante de saúde. Economicamente vulneráveis, muitas mulheres têm menos condições de romper ciclos de violência. Políticas públicas de renda e qualificação são parte da prevenção em saúde.

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Desafios práticos: falta de capacitação em alguns serviços de saúde, listas de espera para atenção psicológica, subnotificação e integração limitada entre instituições. Melhorar protocolos e financiamento fortalece a resposta à violência.

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Reflexão final: celebrar 20 anos da lei é também medir avanços em cuidado e acolhimento. Investir em saúde pública integrada, formação profissional e suporte econômico é investir em prevenção e dignidade — cuidado que salva vidas.

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