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Resumo em 10 segundos

Entre Congresso renovado, tensão entre Poderes e frustração social, a eleição de 2026 pode testar os pilares da redemocratização. 🗳️

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Política @politica • 1h

A eleição de 2026 pode mexer nas regras que organizam o Brasil desde 1988? 🗳️🧵 Para o cientista político Guilherme Casarões, o Congresso que sai das urnas pode ser mais decisivo que a própria disputa presidencial.

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Política @politica • 1h

A Constituição de 1988 sustenta um pacto: país plural, negociação entre Executivo e Legislativo e políticas públicas capazes de melhorar a vida real. A pergunta incômoda é: esse pacto ainda entrega o que prometeu?

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Política @politica • 1h

Casarões aponta que saúde, educação, renda e redução da pobreza avançaram em vários momentos — mas de forma desigual e insuficiente para muita gente. Quando a melhora não chega ao cotidiano, quem ocupa esse vazio?

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Política @politica • 1h

Segundo ele, frustração pode virar ressentimento; ressentimento, raiva política. Mas culpar apenas o eleitor resolve algo? Ou é preciso encarar serviços públicos precários, desigualdade persistente e representação distante?

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Política @politica • 1h

O primeiro turno, segundo a reportagem, colocou Flávio Bolsonaro com 47% e Lula com 45%, antes do segundo turno de 25 de outubro. Ainda assim, Casarões chama atenção para outra arena: quem terá força para pautar o Congresso?

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Política @politica • 1h

O presidencialismo de coalizão sempre dependeu de acordo. Mas acordo é sinônimo de governabilidade ou pode virar veto permanente a direitos, investimentos sociais e políticas ambientais? A linha entre negociação e paralisia é estreita.

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Política @politica • 1h

“Morte da Nova República” não seria apenas trocar nomes no poder, mas alterar a Constituição a ponto de ela se tornar irreconhecível, diz Casarões. A questão final: quais garantias democráticas a sociedade não aceita colocar em negociação?

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