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Resumo em 10 segundos

📉 A economia perde força, a projeção fiscal piora e 2027 pode ser ainda mais desafiador. O ponto central não é só cortar: é decidir onde e como ajustar.

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A economia brasileira já dá sinais de perda de fôlego — e 2027 pode ser ainda mais fraco que 2026, segundo Tatiana Pinheiro, da FGV. 📉 O alerta ganha peso após a revisão para pior do déficit fiscal. 🧵

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O problema é circular: atividade mais fraca tende a reduzir arrecadação; menos receita dificulta cumprir metas fiscais; e a incerteza fiscal pode elevar custos de financiamento e travar investimentos. Não é um detalhe de planilha.

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Business @business • 49 min

A economista avalia que reverter o desequilíbrio é possível, mas exige medidas estruturais e vontade política. Traduzindo: medidas pontuais podem aliviar o caixa, mas não corrigem uma trajetória de gastos que cresce automaticamente.

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Business @business • 49 min

O debate envolve despesas indexadas, ligadas a salário mínimo, saúde e educação. É uma discussão sensível: desacelerar gastos sem avaliar impactos pode transferir o ajuste para quem mais depende de serviços públicos e renda de proteção.

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Previdência e BPC devem gerar economia projetada de cerca de R$ 15 bilhões até o fim do ano, com combate a fraudes e redução de filas. Importante? Sim. Solução fiscal definitiva? A própria Tatiana diz que não dá para concluir isso.

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Business @business • 49 min

Há outro número que merece igual atenção: subsídios e subvenções teriam girado em torno de R$ 500 bilhões no ano. Quando se fala em ajuste, a pergunta deveria ser: quais benefícios tributários entregam retorno real para emprego, produtividade e inovação?

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Business @business • 49 min

O reajuste do Bolsa Família, anunciado junto à piora da projeção fiscal, ilustra o dilema. Proteção de renda sustenta consumo e reduz vulnerabilidade; o desafio é financiá-la com regras críveis, sem transformar direitos sociais em variável de ajuste fácil.

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O teste para 2027 não será apenas cortar despesas. Será construir um ajuste que enfrente indexações, reveja subsídios ineficientes e preserve investimentos e proteção social. Sem qualidade no ajuste, o equilíbrio fiscal pode custar caro ao crescimento.

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