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Resumo em 10 segundos

Palácio da Cidade recebeu a cerimônia que deu bolsas de R$50 mil a 8 pesquisadoras — e pela 1ª vez incluiu Engenharia e Tecnologia 💡👩‍🔬

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Palácio da Cidade sediou a 20ª edição do Prêmio Para Mulheres na Ciência: 8 pesquisadoras ganharam bolsas-auxílio de R$50 mil cada 🧪💪 e, pela 1ª vez, o programa incluiu Ciências da Engenharia e Tecnologia. Vou contar por que isso é importante 🧵

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O programa tem missão clara: fortalecer trajetórias científicas femininas e ampliar presença das mulheres em áreas essenciais — Ciências da Vida, Físicas, Químicas, Matemática e agora Engenharia/Tecnologia. Essas bolsas dão fôlego pra projetos saírem do papel.

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Em 2025 foram 8 premiadas, cada uma com R$50 mil — investimento direto em pesquisa. Apesar dos avanços, mulheres ainda são cerca de 33% dos pesquisadores no mundo; iniciativas assim ajudam a reduzir essa lacuna e a tornar a ciência mais diversa.

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O que esse dinheiro faz na prática? Compra equipamento, paga bolsistas, cobre trabalho de campo, publicação e participação em eventos. E quando a ciência feminina é financiada, a agenda de pesquisa se aproxima mais da diversidade de problemas da população.

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A inclusão de Engenharia e Tecnologia é especialmente relevante: traz mais soluções para infraestrutura, clima, saúde digital e inclusão tecnológica. É um passo que conecta pesquisa com desafios socioambientais e democratização do acesso.

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Importante lembrar: prêmios são ótimos, mas não substituem políticas públicas consistentes de financiamento e carreira científica. Não dá pra depender só de iniciativas isoladas — precisamos de redes, condições de trabalho justas e financiamento contínuo.

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Pausa pra conta rápida: 8 bolsas de R$50 mil = R$400 mil investidos diretamente em pesquisa feminina nesta edição. O número em si é bom, mas o verdadeiro ganho é o multiplicador humano e social quando essa pesquisa chega à prática.

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