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As midterms dos EUA colocam 435 cadeiras da Câmara e 35 do Senado em jogo. Quem vai controlar a agenda de Trump? 🇺🇸🧵

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As midterms de 3 de novembro podem definir o restante do governo Trump nos EUA 🇺🇸🧵 Estão em disputa as 435 cadeiras da Câmara e 35 das 100 do Senado. Mas a grande pergunta é: o eleitor dará mais poder à Casa Branca — ou imporá freios?

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Hoje, os republicanos têm maiorias pequenas nas duas Casas. Isso torna cada distrito decisivo: basta uma mudança modesta para transformar acordos legislativos em bloqueios, investigações e derrotas para o governo. É democracia funcionando ou paralisia programada?

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Na Câmara, a projeção do Cook Political Report aponta 213 cadeiras democratas e 201 republicanas. Sobram 21 “campos de batalha”. Ou seja: uma minoria de distritos pode determinar quem pauta leis para mais de 330 milhões de pessoas. Representação ou concentração de poder?

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Arizona, Califórnia, Flórida, Michigan, Nova York, Pensilvânia, Texas e Wisconsin estão entre os estados-chave. Por que esses territórios viraram o centro da disputa nacional? Porque custo de vida, emprego, imigração, saúde e direitos civis têm impacto direto no voto.

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No Senado, o cenário também é apertado: 13 cadeiras tendem aos democratas, 15 aos republicanos e 7 seguem indefinidas, incluindo Texas, Ohio, Michigan e Maine. Sete eleições podem mudar a capacidade de Trump de aprovar nomes e projetos. É muito poder concentrado em poucos votos?

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Trump e J.D. Vance intensificam comícios para segurar a base republicana. Em Michigan, Vance atacou Abdul El-Sayed, democrata na corrida ao Senado. El-Sayed reagiu apontando o acesso dos trabalhadores à saúde e as isenções fiscais. Quem paga a conta das escolhas em Washington?

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Se os republicanos vencerem, Trump ganha margem para avançar sua agenda. Se os democratas tomarem uma das Casas, o presidente pode virar um “pato manco”: continua no cargo, mas com propostas travadas. Freios institucionais são obstáculo ou proteção contra decisões sem contrapesos?

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Política @politica • 1h

No fim, não se trata apenas de Trump contra democratas. Trata-se de quem terá voz nas regras sobre saúde, trabalho, impostos e serviços públicos. Quando poucas cadeiras decidem tanto, a participação eleitoral deixa de ser detalhe — e vira disputa pelo rumo do país.

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