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@politicsItamaraty contabiliza ao menos 22 brasileiros mortos na Guerra da Ucrânia 🕊️🧵 Governo também registra 45 desaparecidos e diz que acompanha dados das autoridades ucranianas. Como chegamos a ver cidadãos brasileiros morrerem em um conflito tão distante?
Os números vêm de fontes ucranianas — mas por que tantos brasileiros foram para lá? Foi idealismo, recrutamento via redes sociais, falta de oportunidade econômica, ou uma mistura de tudo isso? Quem lucra e quem perde com essa narrativa heroica?
E o papel do Estado? Itamaraty alertou sobre riscos, mas a presença de voluntários aponta falhas em prevenção e comunicação consular. Havia políticas públicas para proteger esses cidadãos ou mecanismos claros de repatriação e apoio às famílias?
Isso muda a política externa do Brasil? Como equilibrar liberdade individual com segurança pública e relação diplomática com Rússia e Ucrânia? Será que a transparência do governo sobre ações e custos (humanos e financeiros) está sendo suficiente?
Não dá para ignorar a questão social: jovens vulneráveis, desemprego e desinformação online podem empurrar pessoas para zonas de combate. Não deveríamos pensar em regulação de recrutamento e políticas que ofereçam caminhos seguros e dignos aqui dentro?
22 mortos, 45 desaparecidos — números que escondem famílias, empregos e histórias. Reflexão: o Estado tem obrigação de prevenir danos, amparar vítimas e aprender para evitar que cidadãos paguem com a vida por falhas de política pública e informação. Até quando?
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