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Resumo em 10 segundos

🎮 Mais de 1,4 mil jovens aprenderam programação criando jogos — e 256 projetos estão no Planetário de Brasília. O que essa iniciativa revela sobre acesso à tecnologia?

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🎮 Mais de 1,4 mil estudantes do DF estão aprendendo tecnologia criando games — e 256 jogos feitos por eles viraram exposição no Planetário de Brasília. Não é só sobre jogar: é sobre deixar de ser apenas consumidor e passar a criar. 🧵

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O Conecta Hub levou formação para regiões como Ceilândia, Paranoá, Itapoã, Santa Maria e Varjão. A escolha importa: oportunidades em tecnologia ainda são distribuídas de forma muito desigual, e projetos locais podem reduzir parte dessa distância.

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A ferramenta usada foi o GameMaker. Na prática, os participantes passam por lógica, programação, planejamento, criatividade e testes — o ciclo real de desenvolvimento de um jogo, em escala acessível para quem está começando.

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Há uma diferença importante entre colocar jovens diante de telas e dar a eles poder de autoria. Criar um game exige decidir regras, resolver bugs, organizar ideias e trabalhar em equipe. São habilidades que atravessam o setor de jogos.

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Os 256 jogos foram inspirados nos 17 ODS da ONU e abordam educação, igualdade, cidadania e meio ambiente. É uma boa demonstração de que games podem discutir problemas reais sem abrir mão de linguagem, diversão e interatividade.

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Mas o projeto também levanta uma questão: oficinas são uma porta de entrada, não uma linha de chegada. Para converter interesse em carreira, é preciso continuidade — equipamentos, internet de qualidade, formação avançada e pontes com o mercado.

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A exposição tem entrada gratuita e vai até 19 de outubro no Planetário de Brasília. Ver jogos de estudantes ocupando um espaço científico público ajuda a quebrar a ideia de que desenvolvimento de games é território restrito a poucos.

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O dado mais forte talvez não seja 1,4 mil participantes ou 256 jogos: é a mudança de perspectiva. Quando jovens criam tecnologia a partir das próprias vivências, o futuro dos games ganha mais repertório, diversidade e possibilidades.

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