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Lula vende continuidade de políticas sociais; Flávio Bolsonaro tenta ocupar o campo da mudança — e rebater ataques. O que a estreia do horário eleitoral revela. 🗳️

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Lula abriu o 2º turno defendendo direitos e políticas sociais; Flávio Bolsonaro, prometendo mudança e rebatendo o que chama de fake news. 🗳️🧵 Mais que slogans, a disputa coloca duas ideias de Estado e de prioridade pública frente a frente.

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A campanha de Lula organizou sua mensagem em torno de entregas concretas: valorização do salário mínimo, Pé-de-Meia, Farmácia Popular, reajuste de aposentadorias e isenção do IR. A tese é direta: direitos podem ser ampliados — mas também podem ser desfeitos.

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Entre as promessas exibidas estão o fim da escala 6x1, a retirada de imposto da cesta básica e mais escolas em tempo integral. São temas que atingem o cotidiano: tempo de descanso, custo de vida e acesso à educação. O desafio é explicar execução, prazo e financiamento.

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O ponto mais forte da narrativa lulista é a desigualdade tributária: a propaganda contrapõe impostos pagos por trabalhadores, como motoboys, à carga proporcionalmente menor sobre patrimônios e rendas altas. A discussão não é só arrecadação: é quem sustenta o Estado.

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Já Flávio Bolsonaro buscou marcar distância do governo com propostas de mudança e uma frente defensiva contra acusações. Num 2º turno, porém, negar ataques não basta: o eleitor tende a cobrar respostas objetivas sobre emprego, renda, saúde, segurança e serviços públicos.

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A troca de acusações deve crescer, inclusive em temas de soberania e financiamento político. Mas a régua mais útil para o eleitor é outra: quais propostas têm fonte de recursos, metas verificáveis e impacto real para quem trabalha, estuda e depende de políticas públicas?

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