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Resumo em 10 segundos

Enquanto Flávio Bolsonaro reúne alianças de peso, Lula vira o jogo para as ruas e as redes. A largada do 2º turno já mostra estratégias bem diferentes 👀

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Na largada do 2º turno, as campanhas já escolheram seus personagens: Flávio Bolsonaro tenta passar imagem de presidente eleito; Lula aposta na militância para ocupar redes e ruas. 👀🧵

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Segundo a análise do Valor, Flávio buscou apoios de nomes como Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Cury. A mensagem é bem clara: ampliar pontes fora do núcleo bolsonarista e vender a ideia de uma frente política já consolidada.

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O senador também falou como quem enxerga o cenário favorável, embora tenha pedido que aliados mantenham o ritmo. Em 2º turno, confiança demais pode virar acomodação — e campanha parada costuma custar caro.

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Do outro lado, Lula concentrou energia na base petista, incluindo deputados eleitos para o primeiro mandato. É uma aposta na renovação da militância e na capacidade de transformar apoio digital em presença real no território.

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Essa diferença importa: alianças entre lideranças ajudam a ganhar palanques, estrutura e tempo de TV; mobilização popular ajuda a levar debate para bairros, sindicatos, universidades e periferias. Uma coisa não substitui a outra.

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Também entrou em cena a disputa sobre desinformação. Flávio acusou Lula de fake news, enquanto o tema chega ao TSE. Num 2º turno apertado, regra clara e fiscalização rápida são essenciais para o voto ser decidido por informação, não por boato.

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No fim, a eleição não se resolve só com fotos de apoio nem com uma multidão num ato. Vence quem conseguir combinar proposta, confiança e diálogo com quem ainda está indeciso — sem tratar o eleitor como torcida organizada.

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