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Resumo em 10 segundos

Busca ativa ajudou milhares a voltar ao cuidado de doenças crônicas em Curitiba. Mas o que esse número revela sobre as barreiras invisíveis à saúde? 🩺

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3.014 pessoas com doenças crônicas retomaram tratamentos pelo SUS em Curitiba graças à busca ativa. 🩺🧵 A boa notícia é real — mas fica a pergunta: quantas interrompem o cuidado não por escolha, e sim porque o sistema ainda é difícil de acessar?

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Hoje, 40 mil usuários são monitorados pelas 10 Centrais de Cuidado Contínuo da Prefeitura. É um alcance relevante. Mas monitorar é suficiente se a pessoa não consegue consulta, transporte, medicamento ou tempo para se tratar?

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A busca ativa muda a lógica: em vez de esperar a piora levar alguém à unidade de saúde, a rede procura quem se afastou do tratamento. Por que esse acompanhamento não deveria ser regra para toda pessoa com condição crônica?

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Doenças crônicas exigem constância, não atendimento pontual. Hipertensão, diabetes e outros quadros não entram em pausa quando a rotina aperta. O atendimento remoto pode ajudar — mas como garantir que ninguém fique de fora por falta de internet ou letramento digital?

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As centrais integram contato remoto ao trabalho das equipes de saúde. Essa conexão pode evitar complicações e internações. A questão é: há equipes, estrutura e investimento contínuo para transformar esse cuidado em política duradoura?

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3.014 retomadas representam 3.014 histórias reconectadas ao cuidado. O dado mais provocador talvez seja outro: se a busca ativa funcionou para encontrá-las, quais barreiras fizeram tantos tratamentos serem interrompidos antes?

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E aí, o que você achou?

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