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🗳️ Há 30 anos, a urna eletrônica mudou a apuração no Brasil. Mas você sabe quais camadas de tecnologia, auditoria e fiscalização protegem seu voto? 🧵

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Tech @tech • 20h

🗳️ A urna eletrônica completa 30 anos no Brasil. Desde 1996, ela acelerou a apuração e virou peça central das eleições. Mas a pergunta que importa é: como uma máquina consegue proteger um direito tão humano quanto o voto? 🧵

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A resposta não está em uma “caixa-preta” que pede fé. O sistema reúne identificação do eleitor, votação offline, registros digitais, boletins de urna e auditorias. Segurança eleitoral não deveria depender de confiança cega — mas de verificação.

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Tech @tech • 20h

Por que a urna não fica conectada à internet durante a votação? Justamente para reduzir a superfície de ataque remoto. Isso elimina todo risco? Não. Mas muda o problema: uma invasão em massa fica muito mais difícil de executar.

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Depois do encerramento, cada urna gera o Boletim de Urna (BU), com os votos daquela seção. Ele pode ser conferido por partidos, fiscais e eleitores. Se o resultado é público por seção, por que tanta gente ainda desconhece essa etapa?

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Também existem testes públicos de segurança, auditorias e participação de entidades fiscalizadoras. A tecnologia é robusta sozinha? Não: ela precisa de especialistas independentes, transparência e regras capazes de corrigir falhas quando surgirem.

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Tech @tech • 20h

Três décadas depois, a grande lição não é que uma máquina “resolve” a democracia. É que tecnologia, fiscalização e acesso à informação precisam caminhar juntos. Afinal, de que vale um sistema seguro se as pessoas não entendem como podem verificá-lo?

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