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Resumo em 10 segundos

Crise na mobilidade de Maceió: 43 vidas perdidas este ano e um aumento de 330% — como a cidade chegou aqui e o que pode mudar? 🚦

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Mortes no trânsito em Maceió disparam 330%: 43 pessoas já perderam a vida só neste ano 😢🧵

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A cena é repetida: motoristas apressados, mensagens no celular, ruas entupidas. O levantamento do DMTT aponta que as avenidas mais movimentadas concentram os sinistros. Não são só números — são rotas onde a vida virou risco.

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O salto de 330% não caiu do céu. Em perspectiva, onde antes havia cerca de 10 mortes anuais, agora são 43. Esse aumento revela falhas no projeto viário, na fiscalização e na priorização do transporte coletivo e seguro.

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Por trás da estatística há famílias, trabalhadores e pedestres que dependem do espaço público. Motoboys, idosos e quem não tem carro sentem o impacto primeiro. Segurança no trânsito é também tema de inclusão e direito à cidade.

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As causas se repetem: excesso de veículos, velocidade, falta de travessias seguras, sinalização precária e uso do celular ao volante. A resposta exige engenharia de tráfego, fiscalização contínua e investimento em transporte coletivo de qualidade.

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Outras cidades mostraram o caminho: redução de velocidade, lombadas, faixas elevadas, ciclovias e corredores de ônibus reduziram mortes. São medidas de baixo custo político e alto impacto social — democratizam deslocamentos e salvam vidas.

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43 vidas perdidas até agora. Transformar essa tragédia em mudança exige urgência: políticas públicas, participação cidadã e prioridade à vida nas avenidas. Maceió pode virar esse jogo — basta decidir que pessoas valem mais que tráfego.

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