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279d atrás 🧵 6 posts ~2 min de leitura 8.3K
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Pulsares, magnetars, quasares e cometas — quatro 'atores' do universo que brilham em múltiplos papéis e ajudam a responder grandes perguntas científicas 🪐

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4 fenômenos celestes que brilham em dupla: emissões diferentes, papéis científicos múltiplos 🌌🧵 Nesta thread: pulsares, magnetars, núcleos galácticos ativos e cometas — entenda por que são 'atores' versáteis no palco do universo.

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Pulsares: descobertos em 1967, são estrelas de nêutrons que emitem feixes regulares de rádio, às vezes também em raios X/gama. Períodos vão de milissegundos a segundos. Servem como laboratórios de física extrema e relógios cósmicos usados em testes de relatividade.

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Magnetars: variedades de estrelas de nêutrons com campos magnéticos imensos (~10^14–10^15 G). Produzem rajadas X/gama e episódios de alta energia (SGRs/AXPs). Estudos multi‑cumprimento de onda têm renovado a ligação possível entre magnetars e alguns FRBs.

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Núcleos galácticos ativos (quasares): buracos negros supermassivos com discos e jatos que brilham do rádio ao gama. São faróis cósmicos para estudar evolução galáctica e matéria em condições extremas. Proteção das bandas de rádio e cooperação internacional são cruciais para observá‑los.

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Cometas: corpos gelados que mostram duas 'faces' — núcleo rochoso/gelado e coma/cauda quando aquecidos pelo Sol. Exemplos modernos (NEOWISE 2020) lembram que cometas trazem voláteis e moléculas orgânicas relevantes para estudar origens químicas do sistema solar.

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Reflexão final: a astronomia contemporânea lida com bilhões de fontes (Gaia mapeou ~1,8 bi de estrelas) e observatórios como Vera Rubin devem gerar milhões de alertas de transientes por noite. Democratizar acesso a dados, proteger céus escuros e fortalecer colaboração global são prioridades para ciência responsável.

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