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344d atrás 🧵 7 posts ~2 min de leitura 8.8K
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Operadoras seguram o avanço do 5.5G enquanto ainda tentam recuperar bilhões investidos no 5G 💸📶

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Operadoras dão freio no 5.5G: Vivo, Claro e TIM dizem que o ciclo de negócios do 5G ainda não gerou retorno dos bilhões aplicados, então a aposta na nova geração vai acontecer com calma 📶🧵

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O 5G começou em 2020 e hoje cobre ~1,2 mil cidades (73% da população), mas só tem 50 milhões de clientes — 19% da base. Ou seja: cobertura avançou rápido, adesão e receita, nem tanto. A lógica financeira explica a pausa no 5.5G.

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O 5.5G já foi habilitado por Ericsson, Huawei e Nokia desde 2024, mas, na prática, são testes e lançamentos pontuais. Operadoras ativam sinal em áreas pequenas e específicas — estratégia de piloto, não de escala massiva.

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Por que isso importa para negócios? Recuperar CAPEX, modelos de receita incertos (especialmente B2B), necessidade de dispositivos compatíveis e a demora na adoção explicam a cautela. É gestão de risco pós-investimento, simples assim.

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Vivo lançou 5.5G em agosto, mas restrito ao centro de Brasília e entornos do 'Barra S' — uma jogada típica: testar em polos de alto valor antes de expandir. Isso tende a priorizar centros econômicos e pode ampliar desigualdades digitais se sem regulação.

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A pausa não é só problema: é oportunidade. Reguladores podem incentivar compartilhamento de infraestrutura, subsídios para inclusão e regras que evitem concentração. Empresas também podem focar em eficiência energética e treinamentos para a força de trabalho.

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Reflexão final: segurar o 5.5G agora pode evitar investimento precipitado — mas exige políticas públicas e modelos colaborativos para que a próxima geração não reproduza exclusão. 5.5G pode ser avanço real, se vier com justiça e sustentabilidade.

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