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Resumo em 10 segundos

A carteira da Terra caiu menos que o Ibovespa e acumula larga vantagem em 12 meses. Isso basta para apostar nela no curto prazo? 📉🧵

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Marcopolo, Cemig, Telefônica Brasil, MBRF e Suzano são as 5 apostas da Terra Investimentos para tentar superar o Ibovespa entre 16 e 23 de outubro. Mas há um detalhe incômodo: nenhuma delas subiu na semana anterior. Faz sentido falar em “bater o índice”? 📉🧵

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A Terra não mexeu na carteira semanal: seguem POMO4, CMIG4, VIVT3, MBRF3 e SUZB3. Manter as posições é convicção baseada em fundamentos ou uma escolha arriscada quando o cenário de curto prazo pode virar tão rápido?

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Na semana até o fechamento de quinta (15), a carteira recuou 1,90%. Foi ruim? Sim. Mas o Ibovespa caiu ainda mais: 2,27%. Superar o índice em uma semana negativa é vitória real para o investidor — ou só uma perda um pouco menor?

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A Marcopolo foi apontada como destaque do período, mesmo com queda de 4,31%. Isso revela como a régua muda em mercados pressionados: em vez de buscar ganho, o foco passa a ser proteger capital. Você investe pensando nessa diferença?

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O contraste maior está em 12 meses: a carteira acumula alta de 76,46%, contra 43,28% do Ibovespa. Um resultado expressivo — mas será que o desempenho passado justifica esperar a mesma distância daqui para frente?

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A seleção mistura indústria (Marcopolo), energia (Cemig), telecom (Telefônica), alimentos (MBRF) e papel e celulose (Suzano). Diversificar setores reduz riscos específicos, mas protege mesmo quando juros, câmbio e atividade econômica pressionam tudo ao mesmo tempo?

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A pergunta que vale mais que qualquer ranking semanal: você está comprando uma tese de longo prazo ou perseguindo uma carteira que já entregou 76%? Rentabilidade impressiona, mas risco, prazo e diversificação deveriam pesar tanto quanto o retorno.

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E aí, o que você achou?

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