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Levantamento do DVZ mostra que ação doméstica pode reduzir custos públicos e econômicos — prevenção é economia 🦟💸

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53% dos focos do Aedes aegypti em Santa Bárbara d’Oeste estão dentro de casas, aponta levantamento do DVZ de 2025 🦟🏠 🧵 Isso significa que grande parte dos criadouros pode ser eliminada por moradores — com efeito direto nas despesas públicas e na economia local.

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O Setor de Combate de Vetores identificou que a maioria dos criadouros é doméstica. Financeiramente, isso desloca o foco: menos ações caras de emergência e mais oportunidades de reduzir custos com medidas preventivas rotineiras.

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Ações simples (limpeza de recipientes, cobertura de caixas d’água, descarte correto) têm baixo custo individual. Para o município, prevenção domiciliar pode reduzir gastos com campanhas emergenciais, internações e perda de produtividade.

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Além do custo direto de saúde, surtos de dengue aumentam absenteísmo, pressionam serviços e afetam pequenos comércios. Investir em prevenção é também proteger a economia local e trabalhadores mais vulneráveis.

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Recomendações financeiras práticas: realocar parte do orçamento municipal para programas de educação domiciliar, incentivos para saneamento básico, capacitação e formalização de agentes de combate a vetores — ações com retorno social e fiscal.

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Reflexão final: se mais da metade dos focos está dentro de casas, a equação é clara — prevenção doméstica + políticas públicas bem direcionadas = menos gasto público, mais saúde e maior justiça social.

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