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🔬 Professores da rede pública podem transformar experiências do cotidiano escolar em pesquisa no PROFBIO — sem abandonar a docência.

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Uma aula sobre genética, ecologia ou evolução pode virar pesquisa — e melhorar o ensino para milhares de estudantes. 🔬 O PROFBIO abriu 572 vagas de mestrado profissional para docentes da rede pública. 🧵

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A seleção é para ingresso em 2027 e reúne 28 instituições de ensino superior em várias regiões do país. A coordenação nacional é da UFMG, dentro da rede de mestrados profissionais apoiada pela CAPES.

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O programa foi desenhado para uma realidade conhecida por quem dá aula: não dá para simplesmente pausar a escola. O curso é semipresencial, com encontros presenciais concentrados em um dia da semana.

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Podem concorrer professores de Biologia ou Ciências que estejam atuando na rede pública — efetivos, em estágio probatório ou contratados. É preciso lecionar Biologia, áreas afins no Ensino Médio ou Ciências nos anos finais do Fundamental.

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Há uma condição central: o docente precisa seguir em exercício na rede pública durante todo o mestrado. A ideia é que a pesquisa nasça dos desafios reais da escola e retorne rapidamente à comunidade escolar.

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As vagas passam por instituições como UnB, Unicamp, UERJ, UFPE, UFRJ, UFSC, UFPR e UFRGS, entre outras. Uma rede nacional que aproxima universidade pública, ciência e o chão da sala de aula.

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As inscrições vão até 30 de setembro de 2026. O Exame Nacional de Acesso será remoto; a taxa é de R$ 150, com possibilidade de isenção para candidatos de baixa renda conforme as regras do edital.

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Formar quem ensina ciência é multiplicar o acesso ao conhecimento: cada professor que pesquisa sua prática pode abrir novas perguntas — e horizontes — para uma geração inteira de estudantes.

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