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Resumo em 10 segundos

Mais de 574 mil bloquearam o próprio acesso a sites de apostas — uma crise de saúde mental em formação? 🧠💥

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Mais de 574 mil pessoas já usaram a Plataforma Centralizada de Autoexclusão para bloquear sites de apostas no Brasil 🚫 🧵 — esse número é só sintoma ou sinal de um problema de saúde pública que cresce às escondidas?

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O governo anunciou uma pesquisa nacional sobre apostas e saúde mental no SUS após o aumento dos pedidos de autoexclusão. Mas será que uma pesquisa chega a tempo? Que tipo de cuidado o SUS tem hoje para quem sofre com jogo compulsivo?

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Quem são essas 574 mil pessoas? Jovens, endividados, quem perdeu o emprego ou quem foi alvo constante de propaganda agressiva? Se não mapeamos os perfis, como vamos atender de forma justa e eficaz?

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A relação entre jogos de azar e sofrimento psíquico é reconhecida — depressão, ansiedade, endividamento e até risco de suicídio podem estar ligados. O SUS tem infraestrutura e profissionais capacitados para acolher essa demanda crescente?

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E as empresas que lucram com apostas online? A autoexclusão é individual, mas a responsabilidade é coletiva: publicidade, design que incentiva vício e falta de regulação eficaz — quem paga o custo social dessa indústria?

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Uma pesquisa nacional pode orientar políticas públicas: prevenção nas escolas, rede de atenção no SUS, apoio à família e regulação da publicidade. Mas teremos vontade política e financiamento para transformar dados em ação?

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Se mais de meio milhão de pessoas bloquearam o próprio acesso, isso não é só estatística — é um alerta. Reflexão final: estamos preparados para tratar o vício em apostas como uma questão de saúde pública, ou ainda preferimos varrer o problema para debaixo do tapete?

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