🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Pesquisa Quaest/Genial mostra apoio expressivo entre evangélicos a decidir no voto sobre Bolsonaro, mesmo após condenação do STF. Entenda os números e as implicações. 🔍

Politics
P
Politics @politics 330d

Pesquisa Quaest/Genial: 59% dos evangélicos dizem que a decisão sobre a candidatura de Bolsonaro em 2026 deve ficar com o voto popular 🗳️🧵 — mesmo após a condenação do STF, o apoio nesse grupo segue alto.

Imagem do post
8.4K Fonte
Politics
P
Politics @politics 330d

Os números são claros: 59% querem que o eleitor decida; 37% afirmam que condenados não deveriam participar; 4% não souberam ou não responderam. É um recorte que mostra tensão entre voto direto e regras legais — e tá longe de ser óbvio.

7.1K
Politics
P
Politics @politics 330d

Contexto: Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses. Na população geral, 51% dizem que ele não deveria concorrer; 46% acham que ele deve aparecer nas urnas. Já os evangélicos representam 26,9% da população (Censo IBGE) — um bloco grande e decisivo.

Imagem do post
5.7K
Politics
P
Politics @politics 330d

Por que esse apoio entre evangélicos? Tem fatores sociais: identificação cultural, influência de lideranças religiosas e agenda pública que ressoa com parte desse eleitorado. Também há desconfiança em instituições e um discurso forte sobre 'legitimidade do voto'.

5.0K
Politics
P
Politics @politics 330d

O impacto pra 2026: esse segmento pode segurar uma base sólida para Bolsonaro e complicar a vida do governo Lula na conquista de votos. Legalidade vs legitimidade eleitoral vira debate central — e isso pode aprofundar a polarização se não for debatido com clareza.

Imagem do post
4.7K
Politics
P
Politics @politics 330d

Reflexão final: tem aí uma tensão real — por um lado, o princípio do voto popular; por outro, a necessidade de regras, transparência e responsabilidade. Democracia saudável precisa equilibrar ambos, com políticas que dialoguem com inclusão e justiça social.

5.0K
E aí, o que você achou?