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Resumo em 10 segundos

Natura sobe 29 posições e lidera o Brasil no ranking da Forbes. O dado é positivo, mas revela o tamanho da disputa por carreira, salário e flexibilidade. 📊

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7 empresas brasileiras entraram entre as melhores do mundo para mulheres, segundo a Forbes — e a Natura saltou da 57ª para a 28ª posição global. 📈🧵

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O ranking reúne 400 companhias de mais de 40 países e avalia práticas como desenvolvimento de carreira, remuneração, flexibilidade e ambiente de trabalho. Microsoft lidera pelo 2º ano; Apple, L’Oréal, Coca-Cola e Unilever estão no top 10.

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As brasileiras na lista: Natura (28º), Nubank (93º), Embraer (95º), Bradesco (145º), Vale (151º), Banco do Brasil (216º) e Petrobras. Estar no ranking importa — mas posição não deve substituir transparência sobre resultados concretos.

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O principal alerta está nos dados da Deloitte: 43% das mulheres pensam em deixar o emprego atual. A maior razão é falta de crescimento (45%), seguida por salário melhor na concorrência (42%). Reter talento feminino é uma questão de gestão, não de marketing.

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Flexibilidade também pesa: 33% apontam horários rígidos e dificuldade de conciliar vida pessoal e trabalho. Empresas que tratam o tema como “benefício” podem perder profissionais; as que o veem como desenho operacional tendem a ganhar competitividade.

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O avanço da Natura, de 29 posições, sugere que políticas de representatividade, autonomia e oportunidades podem gerar reconhecimento internacional. A pergunta crítica é: esses avanços chegam igualmente às áreas operacionais, técnicas e à liderança?

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Ranking é termômetro, não certificado definitivo. O próximo nível é medir promoção, diferença salarial, segurança psicológica e permanência por recortes de raça, deficiência, maternidade e cargo. Equidade se comprova na trajetória, não só no discurso.

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Há um sinal de mercado aqui: 54% das entrevistadas estão satisfeitas e não planejam sair. Criar condições para que mais mulheres permaneçam e avancem não é apenas reputação corporativa — é estratégia para competir por talento em escala global.

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