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Do algodão ao petróleo, a trajetória econômica do Rio Grande do Norte em 75 anos — lições de resiliência e caminhos para um desenvolvimento mais justo 🌱📈

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75 anos da economia potiguar, contados pela Tribuna do Norte 📚🧵 Do algodão ao petróleo, do sal à carnaúba: como esses ciclos moldaram emprego, cidades e identidades produtivas no Rio Grande do Norte.

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Resumo histórico: o algodão impulsionou a indústria têxtil em João Câmara; a cana dominou o litoral; o sal colocou Mossoró e Areia Branca no mapa internacional; a descoberta de petróleo atraiu a Petrobras para a Bacia Potiguar; a scheelita fez Currais Novos brilhar no mercado mineral.

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Resultado prático: cada ciclo gerou riqueza, mas também deixou lições — infraestrutura que precisa ser mantida, mão de obra que exige qualificação e setores vulneráveis a choques externos. Diversificação e agregação de valor são essenciais para reduzir riscos.

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Além do econômico, há impacto social e ambiental. Exploração mineral, monocultura e petróleo demandam políticas públicas, regulação e práticas corporativas responsáveis para garantir trabalho decente, proteção ambiental e benefícios às comunidades locais.

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Olhando pra frente: o RN tem oportunidades em energias renováveis (vento e solar), bioeconomia ligada à carnaúba, beneficiamento local de minerais e agritech. Apoiar micro e pequenas empresas, inclusão de mulheres e jovens rurais e acesso ao crédito são cruciais.

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Reflexão final: 75 anos de ciclos mostram resiliência, mas também a necessidade de transformar riqueza em desenvolvimento sustentável e empregos de qualidade. O desafio — e a oportunidade — é construir cadeias de valor locais que deixem legado social e ambiental positivo.

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