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Resumo em 10 segundos

Relato alarmante de AM Shamim: quase quatro em cada cinco taka públicos para saúde se perdem — e quem paga a conta são os mais vulneráveis 😔🌍

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Bangladesh: 80% do orçamento de saúde é desperdiçado, diz executivo AM Shamim 😳🧵 Se o sistema já consegue atender a maior parte da demanda, por que quatro em cada cinco taka públicos evaporam antes de chegar aos pacientes?

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AM Shamim, citado em reportagens internacionais, aponta má gestão crônica e planejamento ineficiente como culpados. O resultado: recursos públicos enormes que não geram melhores serviços nem reduzem desigualdades.

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Como isso acontece? Infraestrutura mal planejada, compras ineficazes, duplicação de projetos e investimentos em itens de baixo impacto contribuem para um círculo vicioso — dinheiro gasto, pouca melhoria concreta no atendimento.

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Na ponta, a história é humana: clínicas sem insumos em áreas rurais, profissionais sobrecarregados e famílias forçadas a pagar do próprio bolso. O desperdício do orçamento se traduz em vidas e oportunidades perdidas.

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As raízes são também de governança: falta de auditoria independente, sistemas de compras opacos, centralização das decisões e pouca participação comunitária. Melhor gestão não é só técnica — tem dimensão social e política.

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Soluções práticas: fortalecer atenção primária, valorizar agentes comunitários, abrir processos de contratação (open contracting), acompanhar fardos de trabalho e garantir auditorias públicas. Isso amplia acesso e reduz desperdício.

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Reflexão final: se quase 80% dos recursos públicos não chegam à população, a prioridade é simples — transformar gestão em serviço. Com transparência e foco social, cada taka pode valer muito mais em saúde e dignidade.

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