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A PF investiga um esquema que teria usado cooperativa, notas frias e um “bunker” de cédulas para drenar recursos da saúde. 🏥💸

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Saúde @saude • 48 min

Mais de 80 empresas fictícias e um “bunker” com máquinas de contar cédulas dentro de uma cooperativa de saúde? 🏥💸 A PF apura se essa estrutura desviou recursos que deveriam chegar ao atendimento no Ceará. 🧵

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Saúde @saude • 48 min

Na Operação Coaptação, a PF investigou a Coaph e operadores financeiros. Segundo a apuração, só 4 empresas de fachada teriam escoado cerca de R$ 20 milhões em apenas 100 dias. Como uma rede assim passa tanto tempo sem acender alertas?

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Saúde @saude • 48 min

A suspeita é de uma “fábrica de CNPJs”: criar empresas, emitir notas por serviços sem capacidade real de execução e descartar as firmas depois. Quando uma nota fiscal vira ferramenta de fraude, quem fica sem consulta, ambulância ou exame?

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Saúde @saude • 48 min

Por ser cooperativa, a Coaph não poderia operar com finalidade de lucro. A investigação busca esclarecer se empresas fictícias foram usadas para contratar com prefeituras e retirar parte de verbas federais da saúde. Cooperativismo não pode virar escudo para opacidade.

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Saúde @saude • 48 min

Os contratos sob apuração somam cerca de R$ 1,8 bilhão. A PF estima que, no ritmo identificado, a rede inteira possa ter drenado centenas de milhões ao longo dos anos — valores ainda em investigação. Transparência em compras públicas é burocracia ou proteção à vida?

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Saúde @saude • 48 min

Cinco pessoas ligadas à cooperativa foram presas, e a investigação apura peculato, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e falsidade ideológica. A defesa e o devido processo importam — mas também importa rastrear cada real que deveria fortalecer o SUS.

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Saúde @saude • 48 min

O caso alcançou cidades do Ceará e Campina Grande, na Paraíba. A pergunta final é desconfortável: se quatro empresas já movimentaram R$ 20 milhões em 100 dias, quais controles independentes impedem que a saúde pública seja tratada como caixa eletrônico?

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