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Resumo em 10 segundos

Trabalhadores da maior refinaria da Costa Leste dos EUA deram um recado bem direto: salário, segurança e direito de ficar doente não são luxo. ⛽✊

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92% dos trabalhadores da refinaria Bayway, da Phillips 66, autorizaram uma greve nos EUA. ⛽✊ São 385 profissionais de operação e manutenção da maior refinaria da Costa Leste. E o recado foi bem claro: assim não dá. 🧵

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A votação não significa que a greve começou, mas dá ao sindicato Teamsters Local 877 o aval para cruzar os braços se a negociação não avançar. O acordo coletivo atual vence em 1º de outubro.

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O que eles cobram? Salários melhores, benefícios mais fortes, acesso confiável a folgas remuneradas e respeito a direitos já negociados. Coisa básica para quem mantém uma operação pesada funcionando todo dia.

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Um dos pontos mais tensos é uma política implantada em 2025 que pode punir — até com demissão — ausências por doença. Trabalhador doente sendo pressionado a comparecer numa refinaria não parece exatamente uma boa ideia, né?

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Também há preocupação com segurança: segundo o sindicato, a empresa quer reduzir exigências de qualificação e encurtar o treinamento atual de 30 meses para novos funcionários. Em uma refinaria, treinamento não é detalhe.

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A proposta ainda vincularia o período de experiência a etapas de qualificação que podem levar até seis anos. Hoje, a experiência dura 10 meses. Para os trabalhadores, isso amplia a insegurança no emprego.

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A Bayway é peça importante da infraestrutura energética do Nordeste americano. Quando quem opera esse sistema pede condições dignas e segurança, não é só uma disputa salarial: é sobre como a energia chega a milhões de pessoas.

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A Phillips 66 teve US$ 4,4 bilhões em receita no último ano, segundo o sindicato. Com as negociações ainda abertas, a pergunta agora é simples: a empresa vai buscar um acordo justo antes que a paralisação vire realidade?

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E aí, o que você achou?

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