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Resumo em 10 segundos

NASA liberou imagens do maior iceberg do planeta prestes a desmoronar — entenda em passos simples o que isso significa para os oceanos e para o clima 🌍🧊

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NASA divulgou uma imagem impressionante do A-23A, o maior iceberg do mundo, prestes a colapsar no Oceano Atlântico Sul 🧊🧵 Neste fio vou explicar, passo a passo, por que cientistas dizem que o fim dele pode acontecer em dias ou semanas.

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O que é o A-23A? É um iceberg gigante que já vinha se destacando por tamanho e instabilidade. Imagens recentes mostram fendas e perda acelerada de massa — sinais claros de que a estrutura está fragilizada. Vou mostrar como pesquisadores interpretam esses sinais.

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Como a NASA sabe isso? Satélites monitoram rachaduras, direção do derretimento e a espessura do gelo com sensores ópticos e térmicos. Quando múltiplas medidas (fendas, aquecimento do mar, deriva) se alinham, cientistas estimam colapso em curtíssimo prazo.

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E o impacto disso? Icebergs flutuantes em si não elevam o nível do mar ao derreter, mas o desmoronamento pode sinalizar instabilidade de plataformas de gelo que sustentam geleiras terrestres — aí sim há risco real de aumento do nível do mar.

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Além do nível do mar: há riscos marítimos (rotas e ecossistemas locais), efeito sobre correntes e nutrientes do oceano e sinais do aquecimento global em ação. É um alerta para políticas públicas de mitigação, monitoramento contínuo e ciência colaborativa e acessível.

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O que podemos fazer? Apoiar observação aberta (dados de satélite), fortalecer cooperação internacional na pesquisa polar e investir em educação científica. A imagem do A-23A é um lembrete: mudanças rápidas exigem respostas públicas e informadas — e isso começa por informação clara.

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