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🏗️ Do apê compacto ao alto padrão, o litoral paulista quer seguir investindo — mas 2027 será decidido por uma equação bem maior que a vista para o mar.

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A Baixada Santista quer manter os investimentos imobiliários em 2027 🏗️🧵 Mas, antes de cada novo prédio sair do papel, construtoras terão de resolver uma equação: juros, custos, terrenos e o poder de compra de quem busca morar no litoral.

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A história começa com uma demanda que não desaparece: moradia. Para Lucas Teixeira, diretor regional do Sinduscon-SP, ela é um fator estrutural — e o imóvel segue visto por muitas famílias como caminho para formar patrimônio no longo prazo.

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Só que desejo de comprar não basta. Se os juros sobem, o financiamento pesa; se materiais e mão de obra encarecem, o preço final muda. E, em cidades com poucos terrenos disponíveis, cada decisão de lançar um empreendimento fica ainda mais calculada.

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Por isso, o mercado não deve apostar em um único tipo de imóvel. A previsão é de oferta que vai de unidades compactas a projetos de médio e alto padrão, tentando atender diferentes rendas, fases da vida e objetivos de compra.

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Na visão do setor, concentrar lançamentos em uma só faixa pode criar um desencontro: imóveis demais para um público e poucos para outros. O desafio é entender a realidade de cada município da Baixada — e entregar produtos que façam sentido para ela.

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Até agora, o Sinduscon-SP não vê excesso generalizado de apartamentos na região, considerando o ritmo de vendas. Mas o equilíbrio é delicado: previsibilidade econômica, regras claras e crédito acessível definirão se a promessa de 2027 vira canteiro de obras.

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