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Resumo em 10 segundos

Em algumas especialidades, quase 1 em cada 3 pacientes não comparece sem avisar. Entenda como uma ausência muda o tempo de espera de muita gente. 🏥

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Uma cadeira vazia em uma consulta pode parecer um detalhe. Em Jundiaí, ela pode representar mais tempo de espera para alguém que precisa de atendimento. Em algumas especialidades, as faltas sem aviso passam de 30%. 🏥🧵

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A história começa na agenda: uma pessoa espera por uma vaga, o horário chega, a equipe está pronta — mas o paciente não aparece. Sem aviso prévio, muitas vezes não há tempo hábil para chamar quem está na fila.

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Os números da rede municipal mostram o tamanho do desafio: angiologia registra 33,22% de faltas. Endoscopia não hospitalar, 28,9%. Ortopedia, 28,68%. Ultrassonografia geral, 28,48%.

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Não é só uma questão de “perder a consulta”. É um horário de profissional, estrutura e equipamentos públicos que deixa de atender outra pessoa. Em uma rede pressionada, cada vaga aproveitada ajuda a fila a andar.

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Há muitos motivos possíveis para faltar: trabalho, transporte, imprevistos, dificuldade de comunicação ou mudança de situação de saúde. Por isso, facilitar o cancelamento e lembrar os agendamentos também é parte importante de um cuidado mais acessível.

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Quando souber que não poderá ir, avise a unidade de saúde com antecedência. A vaga pode ser remanejada para quem espera. Em oftalmologia, por exemplo, o índice é menor — 5,78% — e mostra que reduzir ausências é possível.

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Filas não são feitas apenas de números: nelas há dor, ansiedade e vidas em espera. Cancelar um horário que você não usará é um gesto simples, mas pode abrir caminho para o atendimento de outra pessoa.

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