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Uma oferta de crédito virou debate sobre timing, imagem institucional e responsabilidade de comunicação. 💬🏦

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Uma mensagem sobre antecipação do 13º salário, enviada pelo Banco do Brasil no dia da eleição, chamou atenção por um detalhe visual: o “13” aparecia grande e em vermelho. 🏦🧵

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O público era formado por alguns clientes BB Estilo, segmento voltado à alta renda, com atendimento personalizado e produtos financeiros exclusivos. A oferta prometia dinheiro “na hora”, sem parcelas mensais.

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Até aí, uma campanha de crédito. Mas o número 13 também identifica o candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, e o vermelho é associado ao partido. No calendário eleitoral, a coincidência ganhou outro peso.

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Segundo a mensagem, o cliente poderia antecipar o 13º para “acelerar seus planos”. É um produto comum no setor: o banco adianta um valor que será pago posteriormente pelo empregador, cobrando juros na operação.

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O Poder360 questionou se o disparo foi feito em massa, quantos correntistas receberam a peça e por que ela circulou justamente naquele domingo. O Banco do Brasil informou que não comentaria o caso.

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A história expõe como, em períodos eleitorais, comunicação corporativa não é só design e conversão. Data, cor, público e contexto podem transformar uma oferta financeira em risco reputacional — sobretudo para uma instituição controlada pelo Estado.

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Para bancos, a lição vai além deste episódio: transparência nos critérios de campanha e controles rigorosos de comunicação ajudam a proteger clientes, a marca e a confiança no mercado. Em eleição, até um número pode falar mais alto que a oferta.

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