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🗳️ O Brasil vai eleger 27 governadores em 2026 — mas o tabuleiro já mudou desde 2022, com sucessões e governos interinos.

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🗳️ Em 4 de outubro de 2026, o Brasil volta às urnas para escolher quem comandará os 26 estados e o Distrito Federal. Mas há um detalhe que muda toda a leitura do mapa político: vários governos já não estão nas mãos de quem venceu em 2022. 🧵

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A eleição terá 1º turno em 4 de outubro. Onde ninguém alcançar maioria dos votos válidos, haverá 2º turno em 25 de outubro. Os vencedores assumem em 6 de janeiro de 2027, para um mandato de quatro anos.

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Em parte do país, a troca aconteceu no meio do caminho. Vice-governadores assumiram após titulares deixarem o cargo para disputar novos projetos políticos — um mecanismo previsto para garantir continuidade administrativa, mas que redesenha alianças e prioridades.

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O retrato de setembro mostra exemplos como Mailza Assis (AC), Roberto Cidade (AM), Celina Leão (DF), Ricardo Ferraço (ES), Daniel Vilela (GO), Otaviano Pivetta (MT), Mateus Simões (MG), Hana Ghassan (PA) e Lucas Ribeiro (PB).

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Outros nomes permanecem à frente dos seus governos até a posse de 2027: Jerônimo Rodrigues na Bahia, Elmano de Freitas no Ceará, Paulo Dantas em Alagoas, Rafael Fonteles no Piauí, Raquel Lyra em Pernambuco e Tarcísio de Freitas em São Paulo.

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Há ainda situações que exigem atenção redobrada: no Rio de Janeiro, Ricardo Couto aparece como governador interino; em Roraima, Soldado Sampaio também exerce governo interino. São casos em que a sucessão ganha peso extra no debate eleitoral.

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Governador não cuida só de palanque: decisões estaduais chegam à escola pública, aos hospitais, ao transporte, à segurança, ao clima e às condições de trabalho. Em 2026, o voto vai definir quem terá essa caneta — e quais prioridades entram no orçamento.

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