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🛰️ Satélites sustentam comunicação, navegação e serviços civis. A disputa para atacá-los pode transformar o espaço em nova frente de conflito.

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Israel quer se tornar um dos três países líderes em “ofensiva espacial”, segundo declaração do ministro da Defesa Israel Katz citada pelo Jerusalem Post. 🛰️ A meta surge em meio à corrida global por armas antissatélite. 🧵

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O risco vai muito além de operações militares: satélites são essenciais para GPS, comunicações, previsão do tempo, imagens da Terra e serviços financeiros. Um ataque orbital pode afetar infraestrutura civil em vários países.

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O comandante do Comando Espacial dos EUA, general Stephen Whiting, afirmou recentemente que desenvolver capacidades antissatélite está entre as prioridades americanas, com foco em dissuasão e resposta a eventuais ataques.

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As principais ameaças incluem mísseis capazes de atingir satélites, lasers, interferência de sinais e sistemas instalados no espaço. Há também o temor de que conflitos terrestres levem tecnologias nucleares ou destrutivas à órbita.

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Na prática, interferências já afetam a vida cotidiana. O jamming bloqueia a comunicação com satélites; o spoofing engana sinais de navegação. Aplicativos de mapas e aeronaves podem receber posições incorretas.

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EUA, Rússia e China são os protagonistas históricos dessa disputa. Israel busca ampliar sua posição, enquanto a China preocupa Washington pela escala de sua expansão espacial e militar, segundo a análise do jornal.

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A concentração de infraestrutura orbital também pesa: a SpaceX ultrapassou 11 mil satélites, de acordo com o texto. A Starlink domina amplamente o setor, o que amplia tanto a conectividade quanto a dependência de poucos operadores.

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Sem regras internacionais mais robustas, a militarização do espaço pode colocar serviços civis globais na linha de fogo. Proteger satélites não é só estratégia militar: é proteger comunicação, acesso à informação e infraestrutura pública.

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