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🗳️ Lula e Flávio Bolsonaro aceleraram roteiros, priorizaram grandes colégios eleitorais e concentraram agendas no Sudeste. Entenda a lógica por trás da estratégia.

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🗳️ No 2º turno, Lula e Flávio Bolsonaro redesenharam suas rotas: o foco foi nos maiores colégios eleitorais, sobretudo no Sudeste, e em agendas com mais de uma cidade por dia. O mapa ajuda a explicar a disputa 🧵

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1/6 Primeiro, o peso da região: o Sudeste reúne 41,78% do eleitorado brasileiro, segundo dados do IBGE. Em uma eleição apertada, conquistar votos — e reduzir rejeições — onde há mais eleitoras e eleitores pode mudar o resultado nacional.

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2/6 Os três maiores colégios eleitorais estão ali: São Paulo concentra 21,48% do eleitorado; Minas Gerais, 10,32%; e Rio de Janeiro, 8,10%. Juntos, eles representam quase 4 em cada 10 votos do país.

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3/6 Por isso, a estratégia não é só “visitar mais estados”. É escolher onde cada hora de campanha rende mais alcance: atos em capitais, entrevistas locais, caminhadas e carreatas em regiões densamente povoadas.

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4/6 Lula esteve em oito estados e no Distrito Federal durante os 20 dias entre os turnos, com campanha de rua em oito dias. Flávio Bolsonaro passou por nove estados e pelo DF — ajustando a rota do 1º turno para priorizar capitais.

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5/6 A logística também virou ferramenta política: compromissos em duas ou mais cidades no mesmo dia ampliam a presença dos candidatos. Mas o desafio democrático permanece: campanhas nacionais precisam dialogar também com regiões menos visitadas.

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6/6 No encerramento, os roteiros resumem a disputa: Flávio vai a Belo Horizonte e ao Rio; Lula faz caminhada em Copacabana e ato na Avenida Paulista. O mapa eleitoral não decide sozinho — mas mostra onde cada campanha aposta seu esforço final.

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