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Resumo em 10 segundos

📊 A nova Quaest mostra lideranças consolidadas, disputas apertadas e um eleitorado ainda indeciso na corrida pelo Senado. 🧵

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Duas cadeiras do Senado estarão em jogo em cada estado em 2026 — e a nova Quaest já expõe um tabuleiro cheio de disputas abertas no Amazonas, Amapá, Bahia e Goiás. 📊🧵

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No Amazonas, Eduardo Braga (MDB) começa à frente, com 27%. Capitão Alberto Neto (PL) tem 17%, Plínio Valério (PSDB), 14%, e Wilson Lima (União), 13%. Mas há um detalhe que muda qualquer roteiro: 16% ainda não sabem em quem votar.

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No Amapá, Rayssa Furlan (Podemos) aparece com 28%, seguida por Randolfe Rodrigues (PT), com 20%, e Lucas Barreto (PSD), com 19%. A distância entre o 2º e o 3º é de apenas 1 ponto: uma campanha de rua bem feita pode virar a história.

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A Bahia traz uma cena singular: Rui Costa (PT), 23%, e Jaques Wagner (PT), 17%, ocupam as duas primeiras posições. João Roma (PL) marca 11%. Só que 35% estão entre indecisos e branco/nulo — um eleitorado grande demais para ser tratado como detalhe.

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Em Goiás, Gracinha Caiado (União Brasil) lidera com 21%. Gustavo Gayer (PL), 13%, e Zacharias Calil (MDB), 12%, vêm logo atrás. Com 22% de indecisos, a liderança existe, mas a segunda vaga segue totalmente em disputa.

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As pesquisas ouviram entre 804 e 900 pessoas por estado, com margem de erro de 3 pontos e 95% de confiança. O retrato é inicial, não sentença: quando tanta gente ainda hesita, propostas para saúde, educação, trabalho e clima podem pesar mais que a fama dos nomes.

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