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Resumo em 10 segundos

Trump celebra uma economia “aquecida”, mas os números contam uma história mais complexa entre tarifas, inflação e a corrida pela IA. 🇺🇸📈

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Trump chega às eleições de meio de mandato dizendo que os EUA têm “o país mais aquecido do mundo”. 🇺🇸📈 Mas, por trás da frase de efeito, há uma economia que cresce, sim — e famílias que ainda encaram preços mais altos. 🧵

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A história começa pelos números: o PIB americano avançava a uma taxa anualizada de 2,2%, e a economia havia crescido cerca de 3,2% desde o fim de 2024. No mesmo período, os EUA superaram todos os demais países do G7 em crescimento.

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Era um resultado melhor do que o esperado quando Trump anunciou, em abril de 2025, as tarifas do chamado “Dia da Libertação”. O FMI havia reduzido suas projeções, prevendo menos investimento e consumo diante da escalada comercial.

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Só que o roteiro mudou nos meses seguintes: a Casa Branca reduziu substancialmente parte das tarifas. Isso aliviou o impacto que economistas temiam — mas não apagou seus efeitos sobre preços, especialmente quando custos de importação chegam ao consumidor.

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Há ainda outro motor nessa economia: a corrida pela inteligência artificial. Gigantes de tecnologia vêm despejando recursos em centros de dados e infraestrutura, impulsionando investimentos e atividade econômica em várias regiões do país.

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O ponto de tensão é que crescimento de PIB não resume a vida cotidiana. Tarifas e os efeitos da guerra entre EUA, Israel e Irã ajudaram a pressionar a inflação, reduzindo o poder de compra de muitas famílias — justamente o termômetro mais visível para o eleitor.

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A economia americana, portanto, não cabe em um slogan: cresce acima dos pares, sustentada em parte pela IA, mas carrega riscos de inflação e dependência de investimentos concentrados. A eleição vai testar qual desses retratos pesa mais no bolso dos americanos.

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