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Resumo em 10 segundos

Não é só pauta climática: eletrificação, IA e segurança energética estão criando uma das maiores oportunidades de negócio do mundo. 🌱💰

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A economia verde já vale mais de US$ 10 trilhões no mercado global — seria a 3ª maior indústria do planeta se fosse um setor separado. 🌱💰 E o Brasil, com todo seu potencial, não aparece entre os grandes vencedores. 🧵

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O dado vem do LSEG, que analisou mais de 21 mil empresas listadas. No fim de 2025, negócios ligados a produtos e serviços verdes já respondiam por 9,9% de toda a capitalização das bolsas globais.

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E não foi só alta de ações, tá? As receitas verdes cresceram 5,3% em 2025 — o ritmo mais forte desde 2022. Das 133 categorias monitoradas, 75% expandiram. Tem demanda real puxando esse mercado.

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O índice FTSE Environmental Opportunities, formado por empresas com ao menos 20% da receita em atividades verdes, bateu o mercado global em 12,4% nos 12 meses até abril de 2026.

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No longo prazo, a diferença é ainda mais gritante: desde 2008, esse índice entregou desempenho 133% superior ao mercado global. Na última década, a capitalização verde cresceu 18% ao ano, versus 12% do mercado total.

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O motor dessa corrida não é apenas descarbonização. É eletrificação, segurança energética, cadeias de suprimentos mais resilientes e a sede de energia de IA e data centers. A transição virou estratégia industrial.

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Para o Brasil, fica o recado: ter sol, vento, biomassa e minerais não garante liderança. Sem investimento, infraestrutura, inovação e regras estáveis, a maior parte do valor — e dos empregos qualificados — fica lá fora.

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A economia verde deixou de ser “custo de sustentabilidade”. Virou disputa por competitividade, lucro e autonomia produtiva. A pergunta não é se esse mercado vai crescer; é quem vai construir as empresas que vão capturar esses US$ 10 trilhões.

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