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Resumo em 10 segundos

🤖📱 Ebooks com “segredos ancestrais” e personagens gerados por IA podem esconder promessas perigosas de cura. A Anvisa explica o risco.

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Uma “xamã” na tela promete devolver sua saúde em sete dias. Ela parece acolhedora, tem relatos emocionantes e receitas “naturais”. Mas pode nem existir: a Anvisa alerta para gurus criados por IA usados para vender falsas curas. 🤖🧵

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O roteiro costuma começar com frases calculadas para despertar curiosidade: “um segredo escondido por décadas” ou “algo que ninguém quer que você saiba”. Em seguida, vem o ebook que promete tratar doenças com fórmulas caseiras.

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A armadilha ganha rosto: em um caso citado pela Anvisa, a protagonista era uma senhora indígena criada por inteligência artificial. Usar uma imagem associada a saberes ancestrais para vender promessas sem evidência também distorce e explora culturas reais.

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Depois aparecem “depoimentos” e pop-ups dizendo que atores, cantores ou muitas outras pessoas acabaram de comprar o material. É pressão de venda disfarçada de prova social — feita para encurtar o caminho entre medo, esperança e pagamento.

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O risco não está em valorizar alimentos ou práticas de bem-estar. Está em vender alimento, receita ou suplemento como se fosse medicamento. Segundo a Anvisa, isso pode adiar consultas, diagnósticos e o tratamento adequado.

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Antes de acreditar: desconfie de cura rápida, verifique quem publica, procure fontes de saúde confiáveis e redobre a atenção se um suplemento vier “acompanhado” de ebook. Informação acessível salva tempo — e, em saúde, tempo pode salvar vidas.

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